Netflix cria anúncios voltados para usuários de Snapchat

A Netflix lançou uma campanha para pessoas que usam Snapchat poderem interagir trocando de rosto com personagens de séries como Pablo Escobar (Narcos), interpretado pelo brasileiro Wagner Moura.

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Super simples (mas eficaz), a ideia foi criada pela agência francesa Darewin, aliando offline e online de uma maneira fácil, divertida e barata. Outras séries que tiveram personagens espalhados pelas ruas foram House of Cards, estrelada por Kevin Spacey, Orange Is The New Black e Marseille, que tem como protagonista o ator Gérard Depardieu e estreou esta semana na plataforma.

Veja algumas pessoas que fizeram o “faceswap” do Netflix:

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Pepsi divulga garrafas em forma de halteres

A Pepsi anunciou que vai produzir garrafas em formas de halteres para incentivar a prática de atividades físicas. Cheia, a Pepsi Light vai pesar dois quilos, permitindo que o consumidor possa se exercitar com ela.

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É uma forma descolada de promover o produto e ainda melhorar a saúde. Na medida em que a pessoa vai comprando garrafas de Pepsi, ela começa a ter diversos halteres em casa para ficar em forma. Isso casa perfeitamente com a edição Light da marca, que tem menos açúcar.

Depois de consumir o refrigerante, ainda dá para encher a garrafa com água ou até mesmo areia, caso o objetivo seja deixá-la mais pesada. Legal, né?

Criatividade vende tudo

Os empreendedores da chamada economia criativa encontram nas ideias originais, uso da internet e encontros alternativos a saída para vender

KKiMix reúne produtores alternativos

A criatividade vende tudo –, esta certamente é a frase de efeito de quem busca sair do convencional, e aposta nas suas próprias ideias e na força das redes sociais para divulgar seus produtos e gerar uma nova fonte principal e alternativa de renda. E, neste momento em que só se ouve falar em crise, a estratégia de vendas se consolida com os encontros alternativos, que já se tornou uma constante em Natal, e também servem para compartilhar experiências entre os produtores alternativos.

Estes produtores se inserem na chamada economia criativa, que hoje é considerado um dos pilares da economia mundial e, no qual, calcula-se que movimente cerca de 120 bilhões de reais por ano no Brasil. A economia criativa engloba as mais variadas atividades como arte e design, música e vídeo, gastronomia e moda, e até games. A comunicação também é uma das áreas consideradas nesta nova cadeia produtiva.

Foto: Gustavo DantasA designer de joias Gláucia Rebouças, da Pano de Cigana, é uma artista que utiliza o Instagram como meio de divulgação de suas criações. Ela conta que trabalha com a rede social há quase um ano e avalia que tem um retorno muito positivo mesmo focando as vendas em Natal e região. “As vendas começam na internet, com as postagens na rede, e são concretizadas ao vivo com o atendimento”, conta.

Gláucia também aposta nas feiras alternativas como oportunidade de visibilidade da marca. Esses encontros alternativos têm reunido artesãos, designers, chefs de cozinhas e outros artistas que trazem para o físico suas lojas virtuais.

Um exemplo é a KKi Mix, evento que reuniu vários empreendedores da chamada Economia Criativa no último fim de semana no espaço de uma agência de propaganda. Segundo a organização do evento, nos dois dias de evento, circularam mais de 500 pessoas interessadas em arte, moda, design e gastronomia.

“Participar de eventos como esse, além de divulgar nossa marca e poder entrar em contato direto com o consumidor, cria uma comunidade entre microempreendedores digitais, possibilitando uma troca muito rica de experiência”, conta a publicitária Ana Flávia Lira, à frente da PQPosters. Com a empresa voltada para a criação de pôsteres e produtos decorativos descolados, elas também utilizam o Instagram e o Whatsapp como ferramentas de divulgação e venda dos produtos.


Poder da criatividade

Com mudança marcada para implantar duas novas unidades de sua empresa no exterior, a publicitária Clarissa Medeiros tinha uma missão clara: vender uma casa inteira. Para atingir o objetivo, ela idealizou uma marca e colocou tudo em uma fanpage no Facebook para produtos usados e descolados. Os resultados alcançados impressionaram mais do que o esperado. Em pouco mais de duas semanas, a casa estava praticamente vendida.

kkimix (110)Clarissa credita o sucesso da iniciativa ao poder da economia criativa, que tem no marketing digital uma de suas principais ferramentas de venda. Apesar de ser uma publicitária especializada neste segmento, a efetividade da iniciativa a surpreendeu. A campanha foi ancorada em peças no Facebook e Instagram, e na ideia de um bazar físico, que juntou outros parceiros e se transformou na KKi Mix, cuja divulgação também se deu pelas redes sociais.

“Claro que o desejo era vender o que não iríamos mais usar, mas não imaginava que fosse conseguir vender em tão pouco tempo. Consegui o faturamento em apenas duas semanas que muita loja passa o mês para conseguir. Foi só fazer o que sempre fazemos na KKi: juntar ideia, design e estratégia”, disse.

A economia criativa tem no marketing digital uma de suas principais ferramentas

Segundo analisa a publicitária, o marketing digital hoje é uma realidade principalmente para as empresas concebidas dentro do conceito da economia criativa. “As redes funcionam como verdadeiras vitrines virtuais, divulgando o produto para pessoas interessadas também em produtos criativos. E o mais importante é que os custos de divulgação são reduzidos, mas ao mesmo tempo contam com um amplo poder de alcance e eficiência por se direcionar a públicos específicos construídos ao longo da existência da empresa”, avalia Clarissa.


Valorizando os artistas

A artista Cristiana Dantas já é uma das referências no assunto Economia Criativa no estado. Ela vende seus produtos decorativos pela internet. Apesar de também contar com um ateliê para apresentar suas criações, seu trabalho consegue atingir o país inteiro por meio de um trabalho intenso de divulgação nas redes sociais.

A partir de sua experiência, Cristiana presta uma espécie de consultoria a artesãos do interior do estado com objetivo de promover a inclusão social. Ela criou uma espécie de quiosque itinerante que serve de vitrine ao congregar a produção de pequenos artesãos.

A iniciativa chamou tanta atenção que foi destaque no Prêmio Brasil Criativo, realizado pelo Governo Federal, em disputa com projetos de todo o país. “O objetivo é contribuir para dar vazão a produção deles, ao apresentar o trabalho de forma única e diferenciada, ao mesmo tempo em que agrega um maior valor ao trabalho e valoriza uma futura remuneração”, explica.

Confira as fotos do KKi Mix: http://link.kki.com.br/KKiMix

Criatividade e diversão na KKi Mix

O próximo sábado (17/10) está reservado na KKI Indústria Criativa para muita arte e criatividade, mas fora dos computadores e reuniões de pauta. A agência realiza a KKi MIX, feira que vai reunir produtores criativos em áreas como moda, design, gastronomia e música.

Nesta primeira edição, o KKi MIX tem como objetivo, além de ser um bazar, proporcionar mais um ponto de encontro entre artistas criativos e o público interessado em ver novas ideias aplicadas nos mais variados suportes e produtos dentro da chamada economia criativa.

A diretora da agência, Clarissa Medeiros, explica que o evento foi idealizado a partir da filosofia de produção da própria KKi Indústria Criativa, que busca sempre estar antenada e produzir ideias inovadoras, gerando valor para os produtos produzidos e seus clientes.

“Os artistas convidados são representantes da chamada economia criativa, alguns deles entrando no mercado, outros já consolidados, mas todos com algo em comum que é criatividade e vontade de gerar valor e renda a partir dela. E tudo isto tem muito a ver com a KKi”, disse Clarissa.

A economia criativa já é hoje considerada um dos pilares da economia mundial, e o Brasil é um dos países que se destacam e segue com forte expectativa de crescimento deste segmento produtivo em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). A economia criativa engloba as mais variadas atividades como arte e design, música e vídeo, gastronomia e moda, e até games. A comunicação também é uma das áreas consideradas nesta nova cadeia produtiva.

Programação:
KKi Mix
Quando: 17/10
Onde: Rua Raimundo Chaves, 1904 – Candelária (Ao lado da saída do túnel)
Horário: 15 às 20h
Entrada: Gratuita

Participantes

Moda: Fleur, Pano da Cigana, FunFit
Design: Ventura Pallets, Especiário, Coasters, IlustraLu, Arte em Altares, 31 de Fevereiro – Toy Art, Atelier Vintage Wife, Usados Descolados
Gastronomia: Docencantos, Maguh, Ali – Alimentos Saudáveis, Fuscrepe Natal
Música: DJ Allan César

A NOVA COMUNICAÇÃO E A CRIAÇÃO DE CONTEÚDOS

As redes sociais, os aplicativos e as novas formas de se comunicar estão mudando o desenvolvimento da humanidade. Tudo agora é mais rápido e o mesmo assunto pode chegar até a sua audiência usando variados tipos de mídias que podem se complementar. As grandes marcas com suas grandes campanhas em mídias segmentadas estão aí como exemplo.

Mas para que esse tipo de campanha funcione é necessário que a agência pense como a audiência, faça uso dos mesmos aplicativos e entenda as características das ferramentas que vão surgindo de forma tão rápida e que vêm dominando nos últimos anos em relação às mídias convencionais. Tudo ao mesmo tempo.

Para fazer o uso certo e interpretar cada nova plataforma criando relações duradouras das marcas com seus públicos, é importante se organizar internamente para pensar sobre qual é o formato certo para comunicar e chegar a um grupo específico.

Plataformas como Snapchat, Periscope, Tinder e até o popular WhattsApp estão sendo usados com mais frequência e agora de forma mais segura. Cuidando do conteúdo e escolhendo com critérios a mídia para atingir o público, a possibilidade de erro estratégico é menor. Afinal, se as plataformas têm papel importante na vida das pessoas, é necessário utilizar e ajudar a marca a fazer parte dessa cultura.

A KKi Indústria Criativa está trabalhando para ser cada vez mais MULTI, assim sua marca pode estar na mídia certa e adequada ao que seu público consome.

CRIANDO SOLUÇÃO EM COMUNICAÇÃO

 

Houston, temos um problema. Ótimo, vamos criar!

É comum ouvirmos de equipes, duplas ou profissionais de criação, principalmente no começo da suas experiências no mercado, a frase “travei, não estou conseguindo criar”. É comum, mas inaceitável em um tempo com tanto desenvolvimento das técnicas e ferramentas que auxiliam na construção de ideias em comunicação. Não vou nem entrar no assunto “prazo” para não perder muito tempo, pois temos pouco. Entendo que o prazo, curto ou longo, faça parte do desafio, entra no projeto.

Por muitas vezes o que falta para criar com qualidade está mais claro do que essas pessoas imaginam. O que falta é entender melhor justamente o que deu vida para o job: o problema.

A criação sempre vai começar e terminar com um problema, em todos os sentidos da expressão. Independente da técnica, maneira, jeito ou estilo criativo, o profissional só pode avançar para a solução se entender completamente o problema para o qual ele irá propor uma solução. E entender o que é “entender” é fundamental.

Uma marca ter um problema não é necessariamente algo ruim, o fim do mundo, algo que vai fechar ou destruir o negócio. Lançar um produto, por exemplo, gera o problema de que as pessoas não conhecem o lançamento e a solução para isso, em propaganda, é uma campanha de lançamento. Portanto, antes é preciso desmistificar o termo “problema”. É mais um item da lógica do diagnóstico. Você estuda os cenários, entende e interpreta o diagnóstico e define objetivos e soluções.

Se o briefing não ficou claro, levanta e corre atrás

Jogar a culpa no briefing ou no atendimento é coisa dos anos 90. É importante se envolver no processo, independente de para qual parte você irá contribuir. Se algo não ficou claro na confecção do resumo que irá nortear a criação, pode levantar e ir atrás, não é proibido. Faz bem para reforçar o seu envolvimento no trabalho.

Entender não é apenas ler e interpretar

Para que haja total imersão em um problema, é necessário experimentá-lo, vivê-lo, sentir na pele, sempre que possível. É das experiências de uso ou das sensações de se viver algo que saem as verdadeiras boas ideias. Sou a favor do contato físico, pegar, rasgar, comer, amassar, entrar, são ações que fazem parte da criação de uma campanha ou peça.

Entregar solução é ir até o fim ou além do processo de conversão

A ideia que você propôs como sendo a solução, vendeu? Entregou o que para o público estratégico do objetivo? É necessário evitar o sentimento de se livrar de um projeto ou trabalho e ir além. Acompanhar até o fim, aferir, entender o que aconteceu, onde errou, onde acertou e usar isso a favor de outros trabalhos.

Diariamente somos forçados a continuar pensando dentro da caixa, por mais que exista uma vontade, uma necessidade gigante de sair dela. Sair da caixa envolve o esforço de levar junto o cliente, o atendimento, o planejamento, todos envolvidos no projeto. O segredo é descobrir que é sim possível trabalhar oferecendo algo bacana, também de dentro da caixa. Ou o meio termo. Um pé dentro e outro fora, de repente.

Uma ferramenta interessante que pode funcionar e fornecer um termômetro antes de investirmos tempo e energia em uma criação, é a apresentação intermediária da campanha – chamo de AFINANDO O PROBLEMA CRIATIVO. Ou seja, antes de apresentar a proposta final, encontre possibilidades de mostrar algo consistente, que não seja o todo, para alguns envolvidos no processo como o diretor de atendimento, o diretor de planejamento, o gerente de marketing e algum representante do grupo de clientes. Coletando resultados intermediários que possam somar e enriquecer a continuidade e por consequência da maior capacidade de oferecer a solução correta, coerente com o problema.
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O importante é se envolver e realmente fazer parte da solução. Tenho visto mais e mais profissionais de cadeira. Aqueles que ficam sentados na agência apenas recebendo briefing, executando e despachando, de maneira bem burocrática. Isso tem feito mal, a eles e para a propaganda. É preciso voltar a ter o prazer em criar, em participar, em ver o trabalho indo pra rua, vê-lo na rua e ficar louco para que outros trabalhos cheguem logo, com problemas e desafios novos.

Por Thiago Garcia – Diretor de Criação