Fãs ou envolvimento? Saiba o que é mais importante no Facebook

Por Pedro Miguel*

Ter uma página com muitos fãs é sinal de boa presença no Facebook para muitas empresas, que acabam destinando seus recursos humanos e financeiros à obtenção de novos “likes”. Mas será que isso é o suficiente? Não. Também é preciso ter envolvimento, ou seja, conseguir interação com esse público.

IMG_4942

É que o Facebook limita o alcance dos posts com um sistema de relevância, selecionando aquilo que provavelmente vai lhe interessar mais. Se essa mídia social utilizasse a ordem cronológica, você veria uma avalanche com mil publicações por dia na sua linha do tempo, caso tivesse apenas 100 páginas curtidas e 900 amigos realizando uma postagem diária cada um. Devemos lembrar que esses são números bem modestos, inclusive.


Marketing de conteúdo e Storytelling são maneiras eficazes de conseguir envolvimento


Por essa razão, mesmo tendo uma grande quantidade de fãs, você nunca vai alcançar todos (ao menos não gratuitamente). Apenas 10 a 15% do seu público conseguem a ver suas publicações no feed, em média. É aí que entra o envolvimento. Quanto mais curtidas, comentários e compartilhamentos suas publicações geram, mais relevantes elas se tornam e, consequentemente, mais pessoas recebem seu conteúdo.

Então é importante, sim, ter uma grande quantidade de fãs, pois isso amplia sua credibilidade e amplia seu potencial de público. Quanto mais popular você é, mais as pessoas acreditam que existe uma razão para isso e pensam que devem recorrer a você, não é mesmo? Por outro lado, não adianta ter uma base numerosa, se suas publicações não se tornam relevantes. Você pode ter 50 mil fãs e, mesmo assim, ser visto por menos pessoas que uma página com 25 mil e que possui mais envolvimento.

Quer melhorar seus resultados nas mídias sociais? Vem pra KKi.

*Social media da KKi. Formado em jornalismo pela UFRN e mestre em Gestão da Comunicação pelo Celsa – Paris-Sorbonne (França).

Entenda por que você deveria estar usando narrativas

Há alguns anos, profissionais de marketing e comunicação começaram a falar de uma ferramenta que parecia ser milagrosa, o storytelling. Em inglês, o termo significa simplesmente narrativa, ou seja, contar histórias. “Espera aí. Mas como isso pode ser tão revolucionário se o homem conta histórias desde sempre?” É que a forma de fazer isso e os meios de comunicação mudaram, e não dá para ignorar esse fato.

Primeiramente, é preciso entender que os consumidores mudaram. Mais exigentes, menos pacientes e afogados em volumes de informações cada vez maiores, eles já não se satisfazem apenas com um produto de qualidade. Em tempos de comunicação digital, tribos e de relações “líquidas”, como diria o filósofo polonês Zygmunt Bauman, as pessoas buscam intensidade e isso também vale para as empresas.

É aí que entra o novo storytelling, que seria “a utilização de elementos das tramas (plots) no desenvolvimento do planejamento e da realização das ações de comunicação, com a determinação clara de papéis e roteiros a serem desenvolvidos pelos personagens”, de acordo com os pesquisadores da comunicação Kleber Carrilho e Kleber Marcus.

Ainda não entendeu? Calma aí

Thiago Garcia: Storytelling propõe perspectiva diferente

Thiago Garcia: Storytelling propõe perspectiva diferente

Quando você conta uma história que seria divertida e interessante por si só, seu conteúdo tem qualidade. Ao pensar nisso como uma ferramenta de comunicação, você aproveita todo esse potencial para fortalecer uma marca. Ou seja, ganham o consumidor, que tem uma experiência diferente, e a organização.

Para o diretor de criação da KKi, Thiago Garcia, utilizar histórias reais, com os próprios consumidores contando suas experiências na comunicação aproxima as empresas dos clientes em potencial, com uma relação mais humana. “Nessa realidade em que as pessoas fogem de anúncios na Internet, com adblocks, mudam de canal na TV ou simplesmente ignoram esse tipo de mensagem, oferecer uma perspectiva diferente é bastante importante e o storytelling propõe exatamente isso”, explica.

Nos tempos de hoje, nos quais informações circulam quase que instantaneamente, essas ações costumam resultar em um fenômeno que profissionais de comunicação e marketing digital perseguem avidamente: viralização. Sabendo disso, não deixe de contar suas histórias.

Veja alguns exemplos:

Heineken

Vivo

Open Doors

Conheça o portfólio da KKi

Para saber mais:

CARRILHO, Kleber; MARKUS, Kleber. Narrativas na construção de marcas:  storytelling e a comunicação de marketing. Organicom. Número 20. 1º semestre 2014. http://www.revistaorganicom.org.br/sistema/index.php/organicom/article/view/695/543

ABERJE. Fernando Palacios: Storytelling é a melhor forma de personificar a marca em um personagem. http://www.aberje.com.br/fernando-palacios-storytelling-e-a-melhor-forma-de-personificar-a-marca-em-um-personagem/

KKi Convention: Continuar crescendo, mas sem perder nossa base

Realizamos, no último sábado (14/05), a KKi Convention, nosso evento para discutir projetos e conversar sobre os avanços da agência. Foi um dia muito positivo para todos da equipe. Conversamos, novas ideias surgiram e ainda nos divertimos um bocado.

kki_convention-42

 

Nosso projeto de internacionalização, com a KKi Creative, está bastante acelerado. Inclusive, tivemos resultados acima do que havíamos previsto. Isso está abrindo portas muito interessantes para todos daqui e já está permitindo que nossa equipe continue sendo ampliada.

No evento, também aproveitamos para lançar os cinco pilares que vão servir de sustentação para nós continuarmos crescendo, mas sem perder nossa essência. Conheça:

  • Focus (Foco) – Foco nas atividades, fazendo os processos fluírem de maneira assertiva e eficiente.
  • Faith (Fé) – Acreditar no projeto de vida, no potencial criativo e no futuro de desenvolvimento pessoal e profissional que a agência tem.
  • Force (Força) – Ter força e resiliência para superar a crise, fazendo com que a empresa navegue em um Oceano Azul e apresente resultados fantásticos.
  • Friendship (Amizade) – Reforçar os bons valores de coleguismo e amizade, suportando um ao outro nas suas atividades e buscando o bem-estar entre setores.
  • Fun (Diversão) – Principal pilar da KKi, é baseado na teoria de que “tem que ser divertido para valer a pena”.

Para conseguirmos manter todos esses pilares de pé, elaboramos um Manual de Sobrevivência. Se a gente seguir tudo à risca, não tem como dar errado. Tivemos muitas conquistas, nesses 14 anos de KKi Indústria Criativa, e os próximos anos têm tudo para ser os anos das nossas vidas.

Vamos fazer esse potencial se tornar realidade!

Clarissa Medeiros (Cacai)
Diretora

Confira mais fotos do evento:

Canadá brinca com verão brasileiro em campanha das Olimpíadas

O Canadá lançou uma nova campanha publicitária para promover seus atletas que competirão nas Olimpíadas do Rio, neste ano, e resolveu brincar com a diferença entre os climas brasileiro e canadense. Como o tema “Ice in our Veins” (Gelo nas nossas Veias, literalmente, ou Sangue Frio), as peças destacam a dificuldade de enfrentar o frio e como isso fortalece a equipe.

O resultado ficou excelente. No vídeo oficial, atletas encaram um ambiente inóspito e desafiam a si mesmos. Trazer o esporte para uma realidade selvagem indica que eles estão prontos para encarar situações extremas de olho no ouro olímpico.

Assista:

“Isso não é Rio de Janeiro. O sol brasileiro está do outro lado do mundo. Esta é nossa praia. O inverno nos torna quem somos. O frio fortalece nossa determinação. O vento engrossa nossa pele. Então, no calor da disputa, tudo o que sentimos é o calor nos nossos corações e o nosso sangue frio”, diz o narrador.

Dá até vontade de torcer para o Canadá.

Netflix cria anúncios voltados para usuários de Snapchat

A Netflix lançou uma campanha para pessoas que usam Snapchat poderem interagir trocando de rosto com personagens de séries como Pablo Escobar (Narcos), interpretado pelo brasileiro Wagner Moura.

Cg6cjyIW0AEF2EK

Super simples (mas eficaz), a ideia foi criada pela agência francesa Darewin, aliando offline e online de uma maneira fácil, divertida e barata. Outras séries que tiveram personagens espalhados pelas ruas foram House of Cards, estrelada por Kevin Spacey, Orange Is The New Black e Marseille, que tem como protagonista o ator Gérard Depardieu e estreou esta semana na plataforma.

Veja algumas pessoas que fizeram o “faceswap” do Netflix:

Untitled-1 Untitled-2 Untitled-3